É caro ter conta no banco? Saiba como reduzir as comissões
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- Publicado em 21-11-2016
- Escrito por Contas e Amigos
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Ter dinheiro no banco pode custar mais de 60 euros por ano. Em cinco anos, as comissões bancárias aumentaram seis vezes mais do que a inflação.

Para compensar as receitas perdidas com a descida da Euribor nos últimos anos, os bancos começaram a subir o valor das taxas e comissões associadas às contas bancárias. Serviços que antes eram gratuitos, como transferências online, passaram a ser pagos, na maioria dos casos.
No ano passado, os maiores bancos em Portugal obtiveram quase dois mil milhões de euros com as comissões – ou seja, ganharam cinco milhões por dia só com o que cobram pelas contas bancárias dos clientes.
Esteja informado
É fundamental, não só para poder escolher, como para saber como o banco usa o seu dinheiro.
Para conhecer as comissões e taxas em vigor no mercado, pode consultar a página do Banco de Portugal “clientebancario.bportugal.pt”, onde estão reunidas as comissões e despesas cobradas pelas várias instituições de crédito.
Aí, deve clicar em “Consulta de preçários” e fazer uma pesquisa por instituição. Fica assim a saber que banco tem as comissões mais baratas, inclusive as cobradas por manutenção da conta.
Isenção dificultada
As condições para isenção destas comissões tornaram-se mais apertadas e há muitos casos em que é muito difícil escapar e fugir para outro banco – basta lá ter um crédito à habitação, por exemplo.
E ter o vencimento domiciliado no banco em causa deixou de ser condição essencial para obter vantagens ou isenções, como antigamente.
Use o multibanco
Muitas das operações feitas na banca online já têm custos. É melhor optar por fazer os pagamentos e transferências na caixa Multibanco, onde são a custo zero.
Recebeu a sua factura-recibo?
Desde Janeiro que os bancos estão obrigados por lei a enviar, até ao final do primeiro mês de cada ano, uma factura-recibo com todas as comissões bancárias pagas pelo cliente no ano anterior.
Contudo, uma inspecção do Banco de Portugal constatou que 29 dos 44 bancos observados não cumpriam a legislação.
Se for necessário, exija o documento ao seu gestor de conta. Estando informado, é mais fácil negociar com o seu banco.
O “Espaço do consumidor” é emitido na Renascença às terças e quintas-feiras, depois das 14h30.
(in: Renascença)
Refeições escolares vão mesmo ser dedutíveis no IRS
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- Publicado em 17-11-2016
- Escrito por Contas e Amigos
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A medida resulta da negociação entre PS e Bloco de Esquerda e é provisória, para 2017. A intenção é avançar depois com uma mudança mais profunda nas deduções em educação.

A proposta de Orçamento do Estado para 2017 vai ser alterada, de modo a permitir que as despesas das famílias com as refeições escolares possam ser dedutíveis à colecta de IRS.
A notícia é avançada esta quinta-feira pelo “Jornal de Negócios”, segundo o qual as despesas vão poder ser deduzidas mesmo quando as refeições escolares sejam prestadas por entidades externas aos estabelecimentos de ensino.
Este foi o acordo possível entre o PS e o Bloco de Esquerda e será uma solução provisória, já que os dois partidos estão decididos a avançar com uma mudança mais profunda nas deduções de educação no IRS, em 2018.
Segundo o “Negócios”, a prioridade agora foi voltar a permitir que as todas as famílias possam deduzir ao seu IRS as despesas que têm com as refeições escolares dos filhos, porque a reforma do imposto que entrou em vigor em Janeiro de 2015 deixa de fora os serviços das cantinas não inseridas nas próprias escolas e as refeições servidas por empresas externas, do ramo da restauração.
As deduções aceites eram apenas referentes aos serviços ou bens isentos de IVA ou à taxa reduzida deste imposto (6%) e que sejam, ao mesmo tempo, prestados por entidades enquadradas nos sectores de actividade de educação ou comércio a retalho de livros – algo que desde logo foi contestado.
(in: Renascença)
Emprego: Estas empresas têm centenas de vagas para jovens
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- Publicado em 03-11-2016
- Escrito por Contas e Amigos
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Organizada pela Universidade do Porto, em parceria com as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e de Vigo, a FINDE.U. decorre até final do dia na Exponor, em Matosinhos.
Os jovens estudantes e diplomados universitários terão a oportunidade de contactar e dar-se a conhecer aos seus potenciais empregadores: Mais de 100 associações profissionais, organismos públicos e empresas, entre as quais Bosch, Calzedonia, Continental, Decathlon, Deloitte, EDP, Lactogal, Sonae e Yazaki.
No total, segundo anuncia a organização, estão disponíveis nesta Feira Internacional de Emprego mais de 2.000 oportunidades de carreira. As vagas podem ir desde empregos a tempo inteiro até bolsas de investigação ou programas de estágios nacionais e internacionais.
“As Universidades têm o dever legal e moral de promover a integração profissional dos seus diplomados. A nossa missão é a formação integral dos nossos jovens, garantindo que desenvolvem competências científicas, técnicas ou artísticas especializadas, mas promovendo igualmente o desenvolvimento de uma consciência social que facilite a sua integração profissional, para o benefício pessoal do diplomado e para o desenvolvimento do país. Portugal não pode desperdiçar o conhecimento, a mundividência e a energia de uma geração de jovens altamente qualificados”, realça o Reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo de Azevedo.
A entrada é livre e gratuita para todos os interessados. Para consultar a lista das empresas e o número de vagas disponíveis clique aqui.
(in: O Jornal Económico)

