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Há 330 mil cartões de cidadão prontos e à espera de serem entregues

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Publicado em 20-08-2020
Escrito por Contas e Amigos
Visitas: 637

Há 330 mil cartões prontos e à espera de serem entregues. O número é avançado esta quinta-feira, de acordo com dados do Ministério da Justiça.

Segundoa publicação, o Ministério da Justiça admite haver constrangimentos para fazer e para levantar o cartão de cidadão. Essas limitações variam de acordo com o local, com os tempos de espera para levantar a variar entre os cinco dias úteis, em Marvão, e os 55, em alguns concelhos da Área Metropolitana de Lisboa.

Margarida Martins, da Associação Sindical dos Conservadores dos Registos, alertou para a falta de recursos humanos.

"Podemos ter o parque informático em condições, o que não é o caso em muitas situações, não havendo pessoas para entregar os cartões, não se conseguem fazer milagres, é impossível”, apontou.

Em julho, noticiou o Jornal de Noticias, alguns utentes foram notificados de que teriam de esperar até novembro para poderem receber os seus cartões.

O cartão de cidadão pode ser usado mesmo depois de caducado, desde que a pessoa tenha o comprovativo de que já fez o agendamento.

Recorde-se que o Governo criou recentemente mecanismos para solicitar pedidos ou renovações do CC de forma alternativa às conservatórias ou Lojas do Cidadão, com a criação de postos de cidadão, de serviços ‘online’ através do portal do cidadão e até por mensagem de texto (SMS).

Mas a entrega do cartão do cidadão aos utentes que o solicitaram através dos meios alternativos obriga à sua presença física nos locais de entrega, mediante agendamento, não sendo permitida a sua entrega a terceiros, ainda que devidamente autorizados.

Em junho foi criada uma linha telefónica especificamente para responder a questões relacionadas com o cartão de cidadão (o 210990111), com funcionamento entre as 9:00 e as 17:00 de segunda a sexta-feira e 24h/7 dias da semana.

(n Sapo)

Segurança Social recusa pagamentos da TSU em prestações. Serviços pedem ao ministério que mude as regras

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Publicado em 19-08-2020
Escrito por Contas e Amigos
Visitas: 670

As empresas que retificaram as remunerações declaradas não estão a ter acesso à ajuda que prevê pagar a TSU em prestações. Se ministério não ceder, estas empresas terão problemas de tesouraria.

As empresas que tenham corrigido as remunerações declaradas nos últimos meses não estão a conseguir aceder aos planos prestacionais previstos para o pagamento das contribuições deferidas entre março e maio. Os serviços da Segurança Social já pediram ao Ministério de Ana Mendes Godinho para alterar as regras de modo a que esses acertos não sejam considerados incumprimentos, mas até agora não houve resposta.

Em resposta ao impacto da pandemia de coronavírus nas contas das empresas, o Governo flexibilizou o pagamento das contribuições sociais, em meados de março. Foi assim permitida a redução a um terço das contribuições devidas a 20 de março, 20 de abril e 20 de maio ou, no caso dos trabalhadores independentes e das empresas que já tinham feito os descontos de março, devidas a 20 de abril, 20 de maio e 20 de junho.

Ficou acordado, em contrapartida, que o valor remanescente — os dois terços em falta em cada um desses meses — seria pago no segundo semestre do ano, por via de uma das três seguintes opções: liquidação do valor total; pagamento da dívida ao longo de três meses (entre julho e setembro); ou pagamento do valor em dívida ao longo de seis meses (entre julho e dezembro).

Inicialmente, estava previsto que as empresas teriam de comunicar à Segurança Social a sua decisão ao longo do mês de julho, mas o Governo acabou por alargar esse prazo para 31 de agosto. Os empregadores têm agora, portanto, menos de duas semanas para indicar que caminho preferem seguir.

Algumas empresas estão, contudo, a ver-se obrigadas a liquidar o valor total das contribuições em falta de uma só vez, já que retificaram as remunerações declaradas nos últimos meses, o que está a ser considerado um incumprimento e consequentemente um travão aos planos prestacionais.

Segundo explicou a Segurança Social, através da linha de apoio, quando há lugar a declarações de remuneração retificativas, entende-se que o valor mínimo das contribuições que as empresas tinham obrigação de pagar (um terço) foi mal calculado, havendo portanto um incumprimento.

No decreto-lei que fixou as regras da flexibilização das contribuições sociais, está claro que as empresas têm de pagar um terço do valor das contribuições devidas em cada mês para ter acesso a estas condições especiais. Ora, no caso de as empresas retificarem as remunerações declaradas, esse montante muda, considerando a Segurança Social que efetivamente o empregador não pagou um terço dos descontos devidos.

“Não faz sentido nenhum“, defende a bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). Paula Franco sublinha que, uma vez que houve retificação da declaração e do valor (mesmo que posteriormente), não deve ser considerado que está em causa um incumprimento.

A OCC avança, por outro lado, que o referido alargamento do prazo foi motivado “precisamente pela grande quantidade de planos prestacionais que não se conseguia tratar”. Muitas destas situações, diz Paula Franco, já foram entretanto resolvidas, esperando a bastonária que as demais encontrem solução até ao fim deste mês. “Tem havido muitos problemas. Estamos quase a chegar ao final de agosto, esperemos que se resolva”, acrescenta a mesma responsável.

Segundo apurou o ECO, os serviços da Segurança Social apresentaram “superiormente um pedido” — isto é, ao Ministério do Trabalho — para que as empresas que fizeram estes acertos não sejam consideradas incumpridoras, mas ainda não houve resposta. A bastonária da OCC frisa também que a maior parte dos problemas tem sido resolvida pelo Ministério do Trabalho. “Os serviços da Segurança Social não resolvem absolutamente nada”, remata Paula Franco.

(in ECO)

Governo lança programa Ativar.pt na próxima semana para enfrentar o desemprego

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Publicado em 14-08-2020
Escrito por Contas e Amigos
Visitas: 752

O Governo vai lançar na próxima semana o programa Ativar.pt, que pretende fazer face aos números do desemprego e à evolução que estes possam vir a ter, anunciou hoje a ministra Ana Mendes Godinho.

Durante uma visita à empresa Olano Portugal, situada na Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial da Guarda, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social disse que o programa tem previstos 160 milhões de euros de apoios.

«Queremos muito, através destes incentivos públicos, ser os veículos de apoio às empresas para a contratação de pessoas, numa fase em que é crítico termos alguma capacidade de resposta aos números de desemprego que vivemos», afirmou.

O sector da logística e dos transportes foi daqueles em que a COVID-19 teve menos impacto ao nível do desemprego, mas, em termos globais, na quinta-feira havia 384 mil pessoas inscritas nos centros de emprego do continente.

«Em Fevereiro, tínhamos cerca de 293 mil inscritos, portanto, são mais cerca de 100 mil pessoas», disse Ana Mendes Godinho, acrescentando que, no mesmo período, se registaram também “menos cerca de 100 mil pessoas com contribuições activas na Segurança Social».

Segundo a ministra, com este programa, o Governo quer, por um lado, dar «apoios à formação e à reconversão de pessoas, nomeadamente desempregados, para áreas estratégicas em que há procura de emprego neste momento», como «digitais, de transição tecnológica, de economia verde e da área social».

Por outro lado, acrescentou, o Governo quer dar «apoios à contratação, nomeadamente de jovens», que foram muito afectados pelo desemprego.

«Cerca de um terço dos novos desempregados são jovens», referiu a governante.

(in Sapo)

 

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